Sobre expectativas e pôneis malditos

Armandinho ♥

Armandinho ♥

Barulhinho do Whatsapp. O coração dispara. 12 mensagens de 4 contatos – Porra, 4 contatos, algum deles me surpreenda, por favor. Nada. Nada de novo. Nada do que eu esperava. Decepção. Exemplo pequeno. Expanda da largura que preferir. Geralmente a frustração é proporcional.

Expectativa é a namoradinha da frustração. Observa se já viu essas danadinhas separadas? Filhas da puta!

Não criar expectativas é uma arte. A arte de viver o agora, de não ficar no passado – afinal você não pode mudar porra nenhuma do que já passou. Aceita que dói menos – e não ficar no futuro – ansiedade é sensacional, você fica o tempo todo esperando pelo que vai acontecer, óbvio que não acontece do jeito que você planejou – do jeitinho exato nunca acontece, não me venha com xurumelas – e ai o que você ganha? O que a Maria ganhou atrás da horta*. Você se frustra e ainda perde o único momento que poderia fazer algo: O agora.  Alguém já criou expectativa e não se frustrou? D U V I D O!

Dizem que sem expectativa a vida é muito melhor, mais leve. Eu acredito. Muito. Deve ser mesmo. Ainda crio essas malditas, mas hoje tenho mais consciência, observo mais e sofro menos. Meu sentimento em relação as expectativas se resumem em algo que li um dia desses: “Crie pôneis malditos, mas não crie – a porra da – expectativa”. Vai por mim. É libertador.

* Não sei bem o que a pobre Maria ganhou atrás da horta, mas adoro a expressão. Interprete como quiser, serve pra tudo.

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